terça-feira, 11 de setembro de 2007

agora.

quando o peito arde
eu não posso impedir meus olhos de choverem
meus sentimentos de trovejarem
o sangue de ferver
borbulhante
traiçoeiro.

quando o peito explode
eu não posso impedir meus olhos de sangrarem
meus instintos de te odiarem
a lágrima de escorrer
incessante
o dia inteiro.